Energia elétrica e combustíveis puxam maior alta da inflação nos últimos 15 meses, em Goiás

09 NOV 2017
09 de Novembro de 2017

Índice de outubro chegou a 1,16% segundo Instituto Mauro Borges (IMB). Situação só não foi pior por conta da queda nos produtos alimentícios.

A inflação de outubro em Goiás chegou a 1,16% e atingiu o maior patamar dos últimos 15 meses. O índice, divulgado pelo Instituto Mauro Borges (IMB) nesta quarta-feira (8), foi afetado, principalmente, pelo reajuste da energia elétrica (26,38%) e dos combustíveis - gasolina (6,60%) e etanol (7,55%).

Os economistas apontam que a situação ainda pode piorar, visto que ainda há resíduos da conta de energia ainda serem acrescidos, além do constante aumento dos combustíveis. O último aprovado pela Petrobras foi na segunda-feira (6).

O único ponto a se comemorar em outubro foi a queda nos preços dos produtos alimentícios, de 0,21%, cuja variação para baixo foi a sétima consecutiva.

Dentre os itens que mais contribuíram para esse resultado estão a abobrinha (-25,30%), melancia (-12,68%) e o feijão (-9,63%).

Também por conta desse índice, a cesta básica teve queda de 0,06% e fechou o mês em R$ 298,81.

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